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Cores & Dispositivos

[alerta para outras leituras técnicas]
J. C. Macedo

Quando falamos de HSB, estamos a falar da percepção que cada pessoa tem das cores enquanto receptora e, ela mesma, objeto; de RGB, estamos diante de operações com Luz em aparelhagem como monitor/programa de computação; e, quando falamos de CMYK, diante do Pigmento. Cada plataforma de trabalho, ou dispositivo, tem linguagem técnica própria: o HSB indica a Hue [matiz], a Saturation [saturação] e a Brightness [Bilho]; o RGB indica a cor Red [vermelho], a Green [verde] e a Blue [azul], três canais de cor que geram até 16,7 milhões de cores na tela do computador; o CMYK, indica a cor Cyan [ciano], a Magenta, Yellow [amarelo] e o “K” [que é o Preto] na linguagem da impressão gráfica. Por isso, quando queremos converter dados de uma plataforma para outra, seja... de RGB para CMYK, as cores RGB fora do universo CMYK são adequadas automaticamente pelos programas de Computação Gráfica, mas não podemos esquecer de operacionalizar a ferramenta “proof colors” para uma visualização ajustada. Para uma imagem exibida em tela de computador, com determinado número de pixels [picture and element] por polegada, uma impressora [jato de tinta] necessita um número bem maior de pontos por polegada para imprimir com qualidade semelhante àquela imagem digital. Só para lembrar: num monitor colorido cada Pixel [do inglês Picture and Element] é composto por um conjunto de 3 pontos [verde, vermelho e azul]; cada um pode exibir 256 tonalidades diferentes [= a 8 bits] e, se se combinar as tonalidades dos três pontos é possível chegar a mais de 16.7 milhões de cores diferentes. É que converter significa reproduzir em outro espaço. Par facilitar a vida dos profissionais que se comunicam com imagens graficamente especializadas, foi criada a plataforma L*a*b embasado no modelo CIE [Commission Internacionale d´Eclairage], que possibilita ajustes de saturação e de luminosidade com bons resultados. E como nem sempre a cor que vemos sob uma determinada luz é a que vamos ver[ificar] impressa num suporte, o melhor é tomarmos os necessários cuidados logo no estúdio que montamos para trabalhar com imagens, e um desses cuidados é a luz ambiente... Eis que converter/reproduzir imagens requere conhecimentos gráficos profundos. E este breve texto é apenas um alerta para outras leituras técnicas. [J. C. Macedo]

Foto Ilustrativa [da web]: Uma imagem no monitor de vídeo precisa de uma densidade de impressão bem maior em uma impressora jato de tinta para ter qualidade semelhante.

 

 

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Nelson

O Empreendedor Que Gosta Do Que Faz
Uma crônica de João Barcellos

O A palavra é paixão. Mas não apenas paixão..., porque a pessoa empreendedora exige de si um processo amoroso que a distingue de quem somente fabrica ´coisas´. E é verdade. O relacionamento de Nelson Casemiro Filho com as máquinas, tanto as de impressão serigráfica [é o fundador da empresa Silksmaq] como as “antigomobilísticas” [ele é restaurador e colecionador de carros antigos], mostra um afazer amoroso nato à pessoa que gosta viver e de se sentir útil entre as outras pessoas. A excelência do maquinário da Silksmaq, que atende o segmento da impressão pelo método serigráfico, é uma vitrine espalhada um pouco por todo o Brasil e parte da América do Sul, e tal atividade só é possível quando se abraça o todo industrial com aquela paixão de ser ver um filho que nasce; e, no caso dos carros antigos, é como vê-lo crescer na dinâmica empreendedora visualizada no olhar do pai. Assim é Nelson Casemiro Filho, o empreendedor que gosta do que faz. Vê-lo nas feiras que exibem o maquinário da Silksmaq, ou nos encontros antigomobilísticos com as “baratinhas de 4 rodas”, é encontrar o empresário e o colecionador que percebe na vida uma oportunidade de vivências. E o seu olhar diz tudo: “Oi, tudo bem?”. De um lado é Nelson, para os íntimos serigrafistas, e do outro é Nelsinho, para os íntimos antigomobilistas. Ou seja, entre uma serigrafada e outra lá vai ele buzinar o calhambeque... pi-pi...

Endereços na web:
www.silksmaq.com.br // www.joiacar.com.br

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O Mercado Não Rola...

Na minha recente e breve passagem pelo Brasil, em São Paulo, encontrei-me com o amigo e mestre João Barcellos, o coração de um dos mais prestigiados grupos de intelectuais com membros espalhados pelo mundo (o Grupo Granja), e falamos de tudo, e, obviamente, de Comunicação Visual. “Olha, o mercado não rola. Desde o ano 2009 a maioria das empresas brasileiras ou não quer investir, ou está a meio gás”, disse-me ele. Estávamos no aeroporto de Guarulhos, no dia 10 de Maio. E eu disse: Este ano 2010 é um ano difícil para todo o mundo empresarial, porque a desconfiança na economia global é muito grande, e nem a economia localizada sob controle, como aparentemente parece ser a do Brasil, está fora de riscos. “Mas é hora de investir, de exibir...”, ouvi. E entendi. E disse: É o que eu faço como empresária. Apesar da crise da economia global vim à América do Sul para alargar o meu espaço divulgando os meus produtos gráficos na Colômbia e na Argentina. Resultado: em 4 opções, 2 bons negócios. Isto quer dizer que sem investimentos em publicidade não existe visibilidade para produtos e serviços no meio da Comunicação Visual. “Mesmo para as empresas que confeccionam os produtos para as agências de publicidade!...”, disse ele, rindo. Isso mesmo. E a verdade é que o Brasil possui, talvez, as melhores agências de publicidade do mundo, mas existe uma falha: quem comanda as empresas de serigrafia, impressão digital, tintas e serviços, acha que por isso mesmo (por ser o próprio mercado) não precisa anunciar os seus produtos e serviços. Isso é errado. “E quando a visibilidade da marca ou do produto falha no meio de uma crise econômica, ela falha como um todo”, lembrei uma palestra da amiga e professora Mariana d´Almeida y Piñon sobre o assunto. Então, o que não rola não é o mercado propriamente dito, mas um leque de empresários que ainda não logrou conhecer as vantagens de apostar na divulgação através da imprensa segmentada. Entretanto, no Brasil, esse conceito de “ficar em cima do muro” terá que ser trocado pelo “é melhor trabalhar e exibir o produto”, porque o país vai sediar em breve grandes eventos e muitas empresas estrangeiras já se prepararam para ser parte do lucro nos segmentos da comunicação visual... Desde que a publicidade é uma ferramenta da economia e da sociedade, nunca o meio gráfico (quando falo de meio gráfico falo de comunicação visual) deixou de ser a chave para romper os desequilíbrios provocados pelas crises financeiras, e isso, em qualquer parte do mundo capitalista. Um abraço amigo.
[Mariza de La Paz é empresária gráfica em Barcelona, Espanha, e colabora com a I&C quando o tempo lhe proporciona essa alegria, porque gosta de escrever. Recebi dela a cartinha digital, ou email, no dia 11, e resolvi disponibilizar o conteúdo na Seção ´O Mercado´, pela reflexão que ele sugere. jb]

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DIGIGRAF

OffSet & Comunicação Visual

Muitas pessoas ainda acham que o parque gráfico tradicional é ´coisa´ que não mexe com as modernas tecnologias. Nada disso. Todo o parque gráfico está informatizado e opera com as tecnologias de ponta. Um dos setores gráficos que mais evoluiu é o OffSet que, agora, é uma das opções também para a Comunicação Visual. Uma das máquinas mais procuradas é fabricada pela HP – a modelo Índigo 7000, disponível na Digigraf. Considerada uma unidade gráfica de produção universal, é a única impressora OffSet Digital que combina a aparência da impressão convencional com a qualidade fotográfica. Com os maiores níveis de produtividade e variedade de soluções, a HP Índigo 7000 tem capacidade para atender as novas oportunidades de marketing e os demais produtos gráficos, como transpromo, foto-produtos, dados variáveis, impressões sob demanda, web to print, impressos comerciais, livros, e diversas outras aplicações. HP-Índigo 7000 opera com velocidade de impressão de até 120 imagens tamanho carta a 4 cores por minuto (duas na mesma página), ou 240 imagens tamanho carta em monocromático, ou 2 cores por minuto (duas na mesma página), com resolução de 812 x 1219 dpi a 8 bits, e capacidade de endereçamento HDI de 2438 x 2438 dpi. O tamanho da imagem é 31,7 x 46,4 cm para papel com gramatura de 206 g/m² texto - 338 g/m² capa, revestido; de 150 g/m² texto - 312 g/m² capa, sem revestimento. Impressão em 4 cores padrões: ciano, magenta, amarelo e preto. Impressão HP IndiChrome em 6 cores: ciano, magenta, amarelo, preto, laranja e violeta; Cores PANTONE ®: Pantone licenciado para impressão em 6 cores da HP IndiChrome. Formatos e Padrões suportados: Postscript Nível 3, PDF, PDF/X, TIFF, JPEG, EPS,PPML e JLYT

www.digigraf.com.br

 

 

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