Impressão & Cores

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

IC ANUNCIE

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Leve sua marca
e seus produtos
para todo o Brasil...
SAIBA COMO...


PARCEIROS

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

febratex

tecnotextil

ExpoPrint

IC DESTAQUE DE MARÇO IC

balcao

Balcão & Oficina

O exemplo PDAA/SGIA

Marta Novaes

A aquisição da Professional Decal Apllication Alliance [PDAA], ou seja, Associação dos Profissionais da Imagem Impressa Aplicada por Decalque, por parte da Specialty Graphic Imaging Association [SGIA], em 2009, traz para 2010 uma continuidade de reflexão mercadológica que não é exclusividade norte-americana, pois, é um assunto de interesse global na Comunicação Visual. Quem se inicia na Comunicação Visual abre um balcão para vender produtos e, depois, aos poucos, expande o negócio com uma oficina para adesivação de painéis ou frotas, confecção de matrizes serigráficas e/ou tampográficas, plotagem de pequenas peças para sinalização e brinde, ou mesmo uma pequena estamparia com termotransferência, serigrafia e flocagem, e assim por diante. Há quem desista do balcão de vendas e fique somente com a oficina de aplicações. Em ambos os casos, o mercado exige competências, quer em equipamentos quer em funcionários. O que a PDAA e a SGIA têm a ver com este assunto? Tudo. E dizemos tudo, porque o associativismo dos micros e dos pequenos empresários norte-americanos da Comunicação Visual, no segmento da aplicação de material auto-adesivo, é um exemplo de ação empresarial que ainda não foi adequadamente estudada na América do Sul, nem se vê preocupação do empresariado regional em relação ao assunto. Entretanto, é um assunto de grande importância, porque, “...sem o associativismo profissional forte, solidário no desenvolvimento do mercado como um todo, o empresariado perde espaço de manobra até no âmbito político e tributário [...], e, empresa forte é empresa que busca parcerias honestas no seu próprio mercado elevando o nível da concorrência em serviços e produtos de alta qualidade”, na observação de João Barcellos a propósito deste mesmo assunto. Por outro lado, em 2009, a Revista I&C tratou do assunto publicando material de Dan Marx, do ´staff´ da SGIA. Um assunto que vai dar muito que falar durante 2010, porque os bons exemplos devem ser acompanhados e copiados para melhor. Foi por causa da influência do amigo e mestre João Barcellos que me interessei pela área editorial da Comunicação Visual. Em países como Argentina, Chile e Brasil, tenho visto (digo, tenho escutado) muita ´encenação´ empresarial em torno do associativismo profissional, mas pouca ação direcionada a realizações palpáveis, embora a Argentina tenha mais tradição na indústria gráfica quanto a grupos de interesse econômico e empresarial. Mesmo assim, é pouca ação. Quando o amigo e mestre JB fala que “entre o balcão e a oficina movem-se mundos diversos de tecnologia e de aplicação de material industrializado para Comunicação Visual dos quais poucos profissionais têm conhecimento profundo”, ele quer dizer (é só ler os seus editoriais e artigos na Revista I&C) que na América do Sul o analfabetismo funcional sobrevive ainda num nível elevado, e que “só o associativismo profissional é suporte do progresso feito com conhecimento e pilar de empresas [técnica e socialmente] sólidas”. O exemplo da PDAA/SGIA fica, assim, perfeitamente esclarecido para ser analisado e tomado como campo de trabalho na Comunicação Visual sul-americana.

NOVAES, Marta - Jornalista e Professora de Desenho Industrial. Buenos Aires / Arg., 2010. Obs: Colaboradora da Revista I&C e membro do Grupo Granja, entidade restrita de discussão filosófica fundada por Tereza Oliveira e João Barcellos, em 2006.

Ilustração: Fotos registradas nas empresas Kaly-Tex, Shopping Screen, Mini Screen e NewColorScreen.

 

 

Topo


 

itdu

Gutierrez Máquinas
ITDU
A multifuncional da Solda Eletrônica

No âmbito de uma prática industrial que privilegia a qualidade e o custo-benefício a Gutierrez Máquinas lança a multifuncional da solda eletrônica – o modelo ITDU. Projetada para soldar qualquer material à base de plástico [pvc], em linha reta ou curva, a ITDU possui uma distância maior entre o pistão e a coluna de fixação, logo, uma área de trabalho maior. Com 2 cabeçotes para facilitar no acabamento de peças que precisam de soldas diferentes e ganho no tempo de troca de ferramental, a ITDU exige apenas a manutenção de segurança, e é ideal para fabricação de infláveis de PVC, porta-documentos, toldos e coberturas, lonas, capas de chuva, capotas para autos, coletes salva-vidas, etc. Tanto nos segmentos de peças técnicas como no de peças promocionais, a multifuncional ITDU é uma solução pela qualidade e pela precisão que oferece aos bons profissionais. .

11-2116.2333 / maqgutierrez@terra.com.br
www.gutierrezmaquinas.com.br

Topo


 

JOEL

O Técnico Serigrafista & Mecânico

joel

A importância do processo serigráfico de impressão é tal no meio industrial das embalagens, com particularidade na área de frascaria, que fica difícil imaginar uma embalagem de produto cosmético sem as referências comerciais e técnicas serigrafadas. Enquanto as pequenas indústrias terceirizam a impressão serigráfica, as médias e grandes indústrias, como a Yamá Cosméticos, por ex., mantêm departamentos de tecnologia e serigrafistas especializados, tanto nas tintas como nas máquinas de impressão. Encontrar técnicos especialistas em tintas e máquinas serigráficas é ´procurar agulha em palheiro´. Joel Bezerra, paraibano de Campina Grande é um desses cada vez mais raros técnicos... Com a Serigrafia nas veias, ele respira o processo e projeta e constrói máquinas impressoras, enquanto inspeciona e classifica tintas e cores especiais para as embalagens e a frascaria da Yamá Cosméticos. Técnico na Yamá, desde 1995, ele tomou conhecimento da Serigrafia nos Anos 80, “...na fábrica Tapon Corona, em São Paulo, onde me transformei, ano após ano, em técnico na área de tintas e máquinas serigráficas, depois de começar nos serviços gerais e chegar a gerente de seção. Logo depois, trabalhei na PlastMont, em Jundiaí, e nessa região aproveitei para me aperfeiçoar nos cursos técnicos do SENAI. Até hoje projetei e montei 6 máquinas de impressão contínua para frascaria, e todas com capacidade para 3000 impressões serigráficas a 2 cores por hora”, diz. Yamá é uma indústria cosmética com departamento onde fabrica e também serigrafa milhares e milhares de embalagens plásticas diariamente, a par de alguma rotulagem em offset. A capacidade aumenta e acaba de adquirir uma impressora Dubuit para 3 cores com capacidade de 3400 impressões serigráficas por hora. Este é o departamento comandado por Joel, que conta com uma ampla equipe de profissionais, e alguns deles já encaminhados tecnicamente com a ajuda do mestre. Entre fornecedores, as referências são para as tintas e cores especiais da Speed Screen, as matrizes confeccionadas pela Shopping Screen e as máquinas da Dubuit, tudo sob a supervisão de Joel, hoje, um ´expert´ consultado por outros técnicos. Ele confessa “preferência pela frascaria serigrafada com traço fino e ´cara limpa´, sem muita sofisticação em imagem gráfica, mas o conceito em evidência é a imagem cheia em torno do nome do produto que, às vezes, desvia a tenção da informação essencial”. É a visão do técnico habituado à informação simples, direta. “O processo serigráfico requere conhecimento e muita prática: não adianta conhecer apenas o tipo de tintas, é preciso reconhecer também o tipo de maquinário. Na maioria dos problemas que surgem na Serigrafia, como na Estamparia em geral, culpa-se desde logo a tinta pelo estrago, quando o problema tem até solução fácil no ajuste adequado da máquina impressora ou da emulsão na matriz, e às vezes no rodo [...]. Em quantidade e qualidade a Serigrafia é imbatível pelo custo-benefício que oferece, mas no campo da rotulagem para média tiragem, por ex., o caso é diferente, assim como há diferença entre um objeto serigrado e o mesmo decorado por impressão digital. Por isso, considero a Serigrafia uma arte industrial que deve ser aprendida com amor, com muito querer para, depois, ser ensinada a outras gerações...”, [quase] desabafa Joel Bezerra, que percebe, hoje, pouca divulgação da arte serigráfica. Habituado já a solucionar problemas em empresas fornecedoras, Joel não se ilude: “Sei que é preciso mobilizar as escolas técnicas, mas também mobilizar os empresários para darem incentivo escolar aos jovens interessados em Serigrafia, ou em breve as dificuldades técnicas do nosso meio vão aumentar por incapacidade própria”. Para este técnico, que no próprio trabalho formou-se especialista em tintas e máquinas, “a Serigrafia é um recurso técnico que precisa ser mais reconhecido no meio industrial, pela qualidade e produtividade que ele oferece quando bem trabalhado”. [jb]

Topo


 

publicidade

Publicidade & Tinta UV

A expansão da relação pessoa-publicidade no conceito do ´foco que determina os alvos a atingir´, levou à introdução da peça promocional do tipo carregada em mãos e/ou entre acessórios cênicos [camiseta, chapéu, botas, luvas, etc.], mochilão, etc., para dar maior mobilidade aos grupos de plaqueiras/mochileiras que nos fins de semana ocupam cruzamentos e praças. Obviamente, estamos diante de uma Comunicação Visual operada ora com Serigrafia ora com Impressão Digital [´plotagem´], aplicando-se material auto-adesivo ou impressão direta nas placas com tinta de cura ultravioleta [uv]. Entre impressão de objetos para sinalização interna e externa, este foi um dos fatores que levou várias oficinas de impressão a adquirirem impressoras de tecnologia digital do tipo ´flatbed´ com ´tinta uv´, para impressão em substratos rígidos e flexíveis, e também porque estes equipamentos permitem o trabalho com diversos tamanhos.

Referências:
MetalPrinter, Germetc, Speed Screen, FujiFilmSericol, PrismaBlanco/HP, Danfex Digital, TecnoPlotter, Roland DG, Larese, Tec-Screen.
Fotos: Curadora UV silk / Larese; Plotter NeoTitan / Danfex.

 

 

CLIQUE AQUI para acessar DESTAQUES de edições anteriores

Topo

Administrado Intermil - Impressão & Cores 2008, todos os direitos Reservados