
Entre as cestas de vime e outras fibras naturais, o barril e o caixote, e logo depois o frasco de vidro, “a embalagem tornou-se e é símbolo de comércio, por um lado, e objeto de aproximação entre fabricantes e consumidores; e, com a criação do desenho artístico-industrial voltado para a divulgação de ideias e produtos, a embalagem passou a ser um objeto que guarda temporariamente um produto e, ao mesmo tempo, um dos veículos da sua publicidade quando estampada ou rotulada adequadamente” [J. C. Macedo – “Embalagem & Publicidade”, art., Braga/PT, 1983]. Entretanto, “uma embalagem pode ser também um pequeno objeto que, do corte-e-vinco e do acabamento gráfico, pode transformar-se num brinde e num presente” [idem]. Da pequena bolsa ao alforje passando pela mala e a caixa, a cesta e o inconfundível barril, a verdade é que “a embalagem ganhou identidade própria com os tubos de bambu nos quais os antigos egípcios guardavam e transportavam medicamentos, sendo que tais peças de bambu eram rotuladas por gravação, mas foi com o vidro e a cerâmica que a embalagem ganhou a identidade artística no meio comercial e publicitário” [Hanne Liffey – in “Packaging, Art & Trade”, artic., Dublin/Ie, 1977; palestra, Barcelos/Pt, 1983]. A estética tridimensional, tão cara à publicidade e à logística, encontrou na embalagem uma poderosa aliada: 1- como produto e como mercado próprio; 2- como embalagem que guarda e transporta; 3- como suporte de arte industrial. E, por isso, a embalagem não é apenas um produto: é um objeto que se cria associado aos interesses da pessoa e a acompanha, ou em momentos especiais ou para o resto da vida... A relação da pessoa com a embalagem é tão íntima que mesmo não sendo o produto guardado/transportado de boa qualidade, a embalagem acaba por vencer. A embalagem tornou-se parte da identidade corporativa pela ótima comunicação visual que proporciona e a referência que é [às vezes, única] entre os alvos de consumo. Empresas gráficas, tanto as de impressão como as de corte-e-vinco, fazem da embalagem um dos principais suportes do comércio, da logística e da publicidade.
O O mundo gráfico, entre máquinas, tintas, substratos e serviços especializados, reuniu-se na ExpoPrint 2010, evento que aconteceu no Transamérica Expo Center, em São Paulo, de 23 a 29 de Junho, com organização da AP&S e realização da Afeigraf. Presente, a pujança econômica e tecnológica do mercado gráfico na sua abrangência setorial, da confecção/impressão de livros ao panfleto e cartaz passando pela embalagem, a sinalização e a comunicação visual. A alma do profissionalismo gráfico mostrou-se plenamente na exuberante qualidade dos produtos.

Fabricado pela Advance/MetalPrinter, o Flash Cure tipo SPEEDY FLASH possui 3 lâmpadas infra-red de 1000w e pode ser utilizado com 110v ou 220v. SPEEDY FLASH destina-se à pré-cura de tinta plastisol, e outras. Portátil e de fácil manuseio, é um equipamento indispensável nas modernas estamparias.
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