
A aplicação da plotagem [impressão digital e recorte] em segmentos como a Decoração já não é aquele ´bicho de 7 cabeças´, mas um campo de trabalho cujo aprimoramento está a gerar um conceito renovado de arte ambiental.
Idealizar e imprimir um painel em cortinas para um escritório, uma sala de reuniões, um quarto do bebê; revestir uma cadeira para adequá-la a um determinado meio, ou dar a uma escadaria a imagem de uma cascata d´água, são trabalhos perfeitamente projetados para os diversos tipos de plotters, de laminados autoadesivos e de tecidos especiais.
O conceito ´digital deco´ tomou conta do mundo e podemos observar, lado a lado, trabalhos manuais e trabalhos impressos eletronicamente em meios físicos idênticos, com a mesma finalidade: tornar um ambiente profissional ou socialmente adequado.
A plotagem, enquanto impressão e recorte, juntamente com os cada vez mais aperfeiçoados laminados autoadesivos, é um segmento que permite muita criatividade na decoração. [jb]
Se você nunca ouviu falar do concurso “Serigrafia É Arte”, um evento técnico-artístico da indústria de tintas Gênesis, saiba que é um sucesso de participação desde 2007; e você, que conhece o evento, e até participa, saiba que a nova edição, de Setembro de 2009 a Junho de 2010, foi lançada com o tema “Brasil, O País Do Futebol”.
Premiação? Ah, a primeira colocação é uma viagem para a SGIA 2010, em Las Vegas / USA, de 12 a 15 de Outubro; a segunda colocação, um notebook, e a terceira, uma TV LCD de 32 polegadas.
A par da divulgação da marca Gênesis Tintas, obviamente, o concurso “Serigrafia É Arte” tem como objetivo o inventivo à produção de Estamparia Serigráfica com efeitos especiais tendo as tintas da empresa patrocinadora como base.
SGIA é a única associação internacional para a Imagem de Especialidade Gráfica, e a sua missão é proporcionar aos profissionais as ferramentas e informações necessárias para tomarem as melhores decisões, técnicas e comerciais. Sediada no EUA, a Specialty Graphic Imaging Association é uma instituição que agrega empresários, técnicos e estudiosos no âmbito geral da Comunicação Visual, e é, desde a sua fundação, através da sua feira anual de especialidades em imagem, ponto de encontro entre profissionais empreendedores, entre os quais estão brasileiros, embora a comunidade brasileira da Comunicação Visual seja ainda pequena no seio dessa Casa tão importante.
Os membros têm benefícios como o SGIA Information Network [rede de informação], o mais amplo recurso de pesquisa industrial disponível online.
Através de portais como SGIA.org, ASSIST, SGIA News e SGIA Journal, os membros recebem as últimas notícias que mostram a indústria da comunicação visual, os mercados emergentes, legislação pública, e evolução tecnológica.
Conectados como comunidade global, os membros da SGIA se ajudam uns aos outros e à indústria, partilham idéias, conhecimentos e inovações; através de workshops e seminários na rede os associados aprendem a gerenciar recursos e novas tecnologias, além de gerarem mais e melhores negócios.
O encontro anual SGIA Expo mostra em primeira mão as experiências no âmbito da Imagem de Especialidade Gráfica, e é a principal vitrine da tecnologia e da inovação. Com expositores e participantes de todos os continentes, o mundo da Imagem Especializada para Comunicação Visual se reúne na SGIA Expo para acessar as informações necessárias ao sucesso empresarial.
Processos de impressão como Serigrafia, Tampografia, Transfer, Digital, OffSet, etc., são parte da indústria e do comércio da Comunicação Visual, e tudo isso é tratado profissional e especializadamente na Specialty Graphic Imaging Association. Eis que ser Membro SGIA é estar conectado aos mundos da Impressão Gráfica e da Imagem Especializada. Por isso, empresária e empresário do Brasil, conhecer e tornar-se Membro SGIA é reconhecer em você o/a Empreendedor[a]!
SGIA Brasil Já está em processo de formação a SGIA Brasil, que vai ajudar muito o empresariado brasileiro. Empresários e técnicos que desejarem ser Membro SGIA poderão fazer a inscrição através dessa instituição local, uma vez que receberão automaticamente as credenciais da SGIA International. Para maiores informações, utilizar ebatista@sgia.org, endereço de Emanuel Batista.
Produza camisetas, bandeiras, bandanas, adereços e brindes, com a Máquina de Transfer Manual, ou Prensa Térmica Pneumática, como também é conhecida.
Flock Color oferece equipamentos manuais e pneumáticos de vários tamanhos, como 40x50 cm, 55x66 cm, 67x92 cm e 80x110 cm.
O modelo manual dispõe de uma mesa de alumínio móvel, controle digital de tempo e temperatura, pressão regulável, acessórios completos, como borracha de silicone, teflon para brilho e almofada de puff, além do suporte.
Os modelos pneumáticos têm duas mesas móveis, temperatura de 0 a 200ºC, temporizador sonoro e acessórios.
Flock Color fabrica e comercializa equipamentos com pronta entrega e garantia de um ano, a par de assistência técnica permanente. A empresa ainda faz a indicação sobre os fornecedores de papel transfer e tecidos para o cliente iniciar novas produções.

Rui de Castro
A arte de estampar por sublimação, ou termotransferência, está hoje no auge. Em conversa com o fotojornalista Mário G. de Castro, que não é meu parente e esteve na edição 2009 da PhotoImageBrazil, em São Paulo, soube que o Foto-Produto é uma quase epidemia visual.
Em meados de Abril, recebi uma encomenda para projetar dois produtos a serem finalizados com estampa por transfer e arte elaborada em impressão digital sobre papeis especiais. Pedi ajuda aos amigos Mário e João Barcellos para ter indicações seguras sobre máquinas e papéis, uma vez que o transfer nunca foi a minha praia. Máquinas da Metalnox e da Termopress, papéis e tintas da J-Teck, papéis da Havir, papéis e tintas da QuinPrint e outras empresas, foi o universo que esses amigos me abriram. Com isso, eu percebi a importância que a estamparia por sublimação tem no mercado da Comunicação Visual, agora. E prestei atenção às matérias publicadas na revista I&C, e outras. Em duas semanas, e com mais algumas dicas dos amigos citados, eu projetei os produtos descobrindo um setor de negócios que se desenvolve em todo o Brasil e se dá pelo nome de Foto-Produto.
Obviamente, a sublimação é uma técnica há muito tempo aplicada no ramo têxtil, mas nunca imaginei que ele viesse a ser aplicada artística e industrialmente no Brinde, em geral, e na Comunicação Visual, em especial. Vivemos, é verdade, a hora da sublimação, o que é bom para animar os mercados de máquinas (transfer e plotters), papéis, tecidos e tintas.

Velho e sempre remoçado profissional da Comunicação Visual
“Professor, empreste-me o retroprojetor para dimensionar algumas imagens e letras para mais um mural”, ouvi várias vezes. Era ele, o Sérgio. Assim como algumas gráficas, o Sérgio também trabalhava por demanda: “Encomendaram mais um mural”, rematava ele. E assim continua, a ganhar o pão de cada dia na região de Cotia, na Grande São Paulo.
Durante uma palestra que fiz, na Sampa, alguém me chamou a atenção para O Letrista, velho e sempre remoçado profissional da Comunicação Visual.
Na minha meninice admirava o traço seguro e encantado dos desenhistas e pintores que faziam os grandes cartazes dos cinemas, e os cenários para os teatros: comunicadores visuais por excelência. E aprendi, também, a admirar o que os letristas faziam nos muros das cidades. Eu era diretor de Imprensa e de Cultura, e sempre que o Sérgio aparecia no gabinete eu sabia que mais uma obra estava a ser aprontada, e isso fazia-me lembrar a personalidade profissional da turma de apoio nos teatros e nos cinemas, a sua veia artística raramente reconhecida.
Às vezes, reencontro Sérgio no acabamento de algum mural comercial, e é como reencontrar a alegria de uma meninice marcada pela Cultura artística e literária. [jb]

A leitora e colaboradora de I&C, Adélia Cruz, em matéria publicada em nossa Edição 21, afirmou o seguinte: “É Preciso Dizer Aos Políticos Que Comunicação Visual Não É Curral Eleitoral”. Matéria que chamou a atenção de outros leitores e empresários.
Foi tão atual quanto preci[o]so o artigo da microempresária e professora de Manaus, porque o prefeito Kassab, eleito para gerenciar as políticas administrativas da Sampa, e autor da famosa e famigerada “Lei Cidade Limpa”, copiada até em cidades sem expressão na Comunicação Visual, como Cotia, na Grande São Paulo, acaba de autorizar (e, obviamente, queimar a própria “lei” que tantas empresas fechou na cidade...) a instalação de publicidade em pontos de ônibus, relógios de rua e muros..., mas, o mais engraçado da questão, é que a Empresa Municipal de Urbanização [Emurb] já concluiu que o impacto ambiental será pequeno. Ora, ora, Sr. Prefeito Kassab e Srs. Vereadores... Nada como a proximidade de uma campanha eleitoral para se desautorizarem politicamente!
Os políticos brasileiros ainda acham que tudo o que fazem em torno de pseudo administração pública é um caso de curral eleitoral e, por isso, projetam e executam leis para as circunstâncias eleitorais, não para o bem-estar do todo urbano. Mais engraçado, ainda: políticos de cidades como Cotia vão, agora, copiar novamente as decisões da Prefeitura paulistana?! Ou já iniciaram a reserva de muros para a próxima campanha?!
Uma questão que não quer calar: quando a Prefeitura e a Vereança paulistanas fizeram aquele estardalhaço político-eleitoreiro com a “Lei Cidade Limpa”, por que é que a Emurb não chamou, antes, o empresariado da Comunicação Visual para uma discussão entre partes?... É que, agora, os mesmos políticos e as mesmas instituições rasgaram a tal lei. Tem razão a leitora e colaboradora Adélia Cruz: “É Preciso Dizer Aos Políticos Que Comunicação Visual Não É Curral Eleitoral”.

Um dos mais preciosos legados
para a indústria [seri]gráfica.
Um dos pioneiros da Tinta UV [para gráficas e serigrafias] e do Auto-Adesivo no Brasil, o Sr. Christiaan faleceu no dia 1º de Outubro de 2009 deixando um legado de empreendedor que pertence à história industrial e [seri]gráfica.
Segundo o serigrafista e fotógrafo Hajime Otsuka, “...o Sr. Christiaan, da Imagraf Tintas, foi um dos pioneiros na Tinta UV buscando lá fora novas tecnologias para ter uma qualidade de primeiro mundo”. E lembro que o Sr. Silva, das empresas ProdSer e Sinalize, em entrevista que registrada em 2004, rearfimava para a história que “[...] Antes de chegarem os primeiros metros de Auto-Adesivo norte-americano, da Fasson, em 1970, pela mão do Sr. Christiaan, hoje da Imagraf, o Brasil conheceu a Etiqueta auto-adesiva ´formulada´ com Esparadrapo e Papel Siliconado, em 1964”. Estas duas opiniões mostram o carinho e o respeito com que o Sr. Christiaan era tratado no meio gráfico e serigráfico.
É difícil para um empresário que não tenha o dom visionário de antecipar a modernidade, para conviver com ela e renová-la, construir um legado próprio: o Sr.Christiaan foi um desses raros empreendedores que se tornaram exemplos a serem seguidos.